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mercredi, mars 21, 2007

não adianta.
acredito que para ser amado devemos amar.
amarmo-nos primeiro, para depois amar outrém.
parece contraditório, mas não adianta amar intensamente se existem buracos para ser preenchidos... não digo que, para amar, devemos preenchê-los antes... mas sim, termos para nós que nos amamos em primeiro lugar.. para saber darmos o basta.. aquele basta, que chega uma hora e faz-se necessário.
para que quando este momento chegue, termos a 'certeza' de que fizemos e entregamo-nos de corpo e alma.. amor não combina com medo. medo combina mais com insegurança que com amor. tendo amor próprio, depois tudo parece fluir naturalmente... assim, apesar de ser de nossa essência transferir para outros a responsabilidade de oferecer-nos um porto seguro, sabemos ao menos que um porto seguro é certo e seguro, de fato: o amor que sentimos por nós mesmos.
o amor-próprio são para pessoas mais maduras... se é maduro quando ama-se primeiramente. o amor que distribui-se qualquer um distribui. uns mais, outros menos...vejo que o mais foda é distribuir esse amor, deixando um pouco para semear-nos.
acabo por aqui para não parecer que li em livro de auto-ajuda.
mas penso que quando eu aplicar tudo isso em mim, meu terreno será fértil.
quando entrar na minha cabeça que a 'única pessoa que me acompanhará para o resto de minha vida, será eu mesmo...'








Um homem que tem uma de suas sinas determinada: ser confundido com mulher...
Blog criado para suportar meus vômitos em noites mal-dormidas, minha auto-sabotagem engraçadinha e meus fluxos de pensamento.
Sem a auto-negação, eu quero deixar fluir os posts, sem obrigatoriedades pré-definidas... e tentar superar os vazios que me invadem quando simplesmente não consigo digitar o que me aflige.


eles e elas.

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